20 de nov. de 2011

Cordados - Vertebrados - Anfíbios


O termo “anfíbio” refere-se ao fato desses animais apresentarem duas fases de vida: uma larval, aquática e uma adulta, terrestre. Sua epiderme é repleta de glândulas que secretam mucosa, responsáveis por manter a superfície do animal úmida, essencial para sua respiração, já que esta se dá a maior parte pela pele. Sua respiração é branquial na fase larval e pulmonar e cutânea na fase adulta. Graças à essa respiração cutanea e fase larval aquática são animais que não podem viver longe da água. Além disso, são pecilotérmicos, ou seja, não controlam sua temperatura corporal.
O coração desses animais possui três cavidades: dois átrios e um ventrículo. O sangue venoso, proveniente dos tecidos corporais, penetra no átrio direito, enquanto o sangue arterial, proveniente dos pulmões, penetra no átrio esquerdo. Dos átrios, o sangue passa para o ventrículo único; aí ocorre, portanto, mistura de sangue arterial e venoso. O sangue misturado é bombeado para a artéria aorta, que conduz parte aos pulmões e parte aos diversos tecidos corporais. Como o sangue arterial e o venoso passam pelo coração e se misturam no ventrículo, essa circulação é chamada de dupla incompleta. Hemácias nucleadas.




  A reprodução é sexuada com fecundação externa e desenvolvimento indireto. Sua principal excreta é uréia, por isso são ditos animais UROTÉLICOS.




A classe Amphibia reúne três ordens:
Anuros – não possuem cauda na fase adulta. Representados por sapos, rãs e pererecas.








Urodelos – possuem cauda na fase adulta. Representados por salamandras e tritões.








Ápodos – não possuem patas. Representados por cobras-cegas.





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